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15
Mar
2018

Ministro Ayres Britto entrega parecer à ABRAMEPO

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No dia 16 de março de 2018, aconteceu no escritório Cezar Britto Advogados Associados, em Brasilia/DF, a entrega do parecer jurídico elaborado pelo ministro Ayres Britto, ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), à Associação Brasileira de Médicos com Expertise em Pós-Graduação (ABRAMEPO). No parecer, Ayres destaca pontos importantes a serem levados em discussão no judiciário pela associação que tem como propósito garantir os direitos dos médicos pós-graduados e pós-graduandos.


Na ocasião, estiveram presentes o presidente da ABRAMEPO, Guilherme Bahia, o tesoureiro, Aderlene Almeida o conselheiro fiscal, Issacar de Oliveira Costa, o fiscal suplente Wildecir Barros e vários outros médicos membros da associação.


Além dos associados, participaram da entrega os sócios dos escritórios Cezar Britto Advogados Associados e Reis Figueiredo Advogados Associados, Bruno Reis, também conselheiro federal da OAB e presidente da Comissão de Direito Sindical da OAB Minas e Federal, e Cezar Britto, ex- presidente da OAB Federal, membro honorário vitalício da OAB Federal e ex-presidente da OAB do Sergipe, que representam a causa da associação.


Para o presidente da ABRAMEPO, Guilherme Bahia, a ideia de formar a ABRAMEPO surgiu da indignação na área médica por falta de direitos aos médicos pós-graduados. " Por muito tempo ninguém teve atitude para reivindicar, eu fiz isso não porque quero deixar um legado, mas sim, porque penso nos meus filhos, netos e nos meus colegas de profissão. Por isso, procurei informalmente o Bruno Reis e disse que precisava de um escritório ímpar no Brasil para nos defender. Não restou duvida de que deveriam ser os escritórios Cezar Britto Advogados Associados e Reis Figueiredo Advogados Associados. Hoje, só tenho a agradecer por terem acreditado na nossa causa"


Para o sócio dos escritórios Cezar Britto Advogados Associados e Reis Figueiredo Advogados Associados, Cezar Britto, quando o escritório decide entrar em uma causa é para ganhar, e não para figurar. "Nós advogamos há 34 anos e o critério para pegarmos uma causa é o nosso brilho no olhar e se acreditamos no que vamos defender." Britto afirma ainda que nesse caso o parecer de alguém extremamente importante, que conheça do direito e que seja respeitado por seu conhecimento é indispensável para a fundamentação da causa.

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